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Freguesias

Freguesia de Alverca da Beira
Freguesia situada a sul de Pinhel, Alverca a Beira foi sede de um importante concelho extinto por Decreto de 30 de Dezembro de 1853. No largo, em frente da igreja paroquial de Nossa Senhora da Assunção, levanta-se o pelourinho como que atestando o valor histórico desta povoação. Do tipo de gaiola, pertence a esse grupo de pelourinhos muito comuns em toda a Beira Alta. Datado do século XVI, o monumento em si, encontra-se muito bem conservado.
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Freguesia de Atalaia

Ocupando uma superfície de 2539 hectares, é esta freguesia formada pelas povoações de Atalaia e de Carvalhal, que já foi uma freguesia independente, continuando, no entanto, a constituir uma paróquia cujo orago é S. Sebastião. Ergue-se a povoação de Atalaia no sopé da vertente oeste do monte do mesmo nome (741 metros de altitude), que se levanta entre as ribeiras de Celorico, a leste, e a do Candal, a poente, numa posição dominante e de grande valor militar, situada a 14 quilómetros a su-sudoeste da cidade de Pinhel.
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Freguesia de Azevo
No “Dicionário Geográfico” do Pe. Luís Cardoso, publicado em 1758, anota-se sobre esta freguesia: “Azevo ... consta de duzentos moradores, divididos em seis quintas, e huma Aldea, que são as seguintes: A quinta de Faya, a do Gabriel, a da Magdalena, a do Juizo, a da Carrasqueira, a de Santo António e Aldea, fundada sobre um alto cabeço, donde está a igreja, e se descobrem terras de sete bispados: do de Viseu, da Guarda, de Coimbra, de Miranda, de Braga, de Lamego e do de Ciudad Rodrigo no Reyno de Castela.
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Freguesia de Bogalhal
Antigamente esta freguesia denominava-se Santa Maria de Porto de Vide, povoação localizada no actual lugar de Bogalhal Velho, junto ao rio Côa.
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Freguesia de Bouça Cova
No século XIII, estava esta freguesia no termo de Trancoso, passando posteriormente a integrar o concelho de Alverca da Beira até ao ano de 1853. Transitou então para o concelho de Celorico da Beira e comarca de Trancoso, antes de se fixar como freguesia do termo pinhelense.
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Freguesia de Cerejo
Povoação sertaneja e curiosa, assenta a sede desta freguesia num quase plano, sendo banhada pelo rio Massueime. A freguesia de Cerejo ocupa uma superfície de 681 hectares, o que a torna uma das mais pequenas do concelho.
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Freguesia de Cidadelhe
A pacata localidade de Cidadelhe, no concelho de Pinhel, guarda a sete chaves a sua mais valiosa relíquia: uma peça a que chamam Pálio e que esconde quase três séculos de história. Saramago, o nosso Prémio Nobel da Literatura, faz-lhe honras em 'Viagens a Portugal'.
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Freguesia de Ervas Tenras
Sendo a mais pequena freguesia do concelho, com uma área de 487 hectares, è, no entanto, uma das principais em registos históricos. Ervas Tenras entrou na História logo nos primeiros tempos da monarquia portuguesa. Nos fins do século XII, ateava-se uma guerra surda, importuna e, por vezes, mortífera, entre Leão e Portugal, durante a qual Alexandre Herculano muito justamente coloca a batalha de Ervas Tenras, batalha somente sabida dos nobiliários medievos, mas nem por isso menos real, pela morte nela de cavaleiros dos mais ilustres de Portugal.
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Freguesia de Ervedosa
Dista doze quilómetros de Pinhel e está situada junto da margem direita da ribeira de Massueime, afluente do rio Côa. Segundo alguns autores, chamou-se antigamente Erve-dosinha, talvez para se distinguir de outras povoações com o mesmo nome. O “Portugal Sacro e Profano” e o “Portugal Antigo e Mo-derno” assim a denominam, apesar de, antes deles, em 1708, o Pe. Carvalho da Costa a designar pelo seu actual nome.
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Freguesia de Freixedas
É a mais populosa e progressiva freguesia do concelho de Pinhel, depois da sede do mesmo. A sede da freguesia, arejada povoação edificada em uma chã, a cerca de 700 metros de altitude, foi quartel general e posto de observação da cavalaria inglesa em Agosto de 1810, antes da capitulação de Almeida.
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Freguesia de Gouveias
Escreveu Francisco Hipólito Raposo, em “Beira Alta”, “já estamos agora em Gouveias”, realçando que “vale a pena espreitar o tecto da capela-mor da igreja, românica mas adulterada, com os quatro evangelistas a rodearem S. Pedro, em deliciosa pintura ingénua. Sobre a estrada o chalet brasonado e meio abandonado dos Pessanhas”.
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Freguesia de Lamegal
Foi vila e sede de um concelho extinto há já muito tempo. Não teve qualquer foral embora representasse uma pequena unidade concelhia que prevaleceu até às primeiras reformas liberais do século passado. O velho concelho desapareceu, mas o pelourinho, esse, ficou. Antes de ser integrada no concelho de Pinhel, a freguesia de Lamegal ainda fez parte do concelho de Jarmelo.
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Freguesia de Lameiras
Com uma área de 1.677 hectares e distando 8 quilómetros da cidade de Pinhel, esta freguesia é constituída pelos lugares de Lameiras, a sede, Barregão e Vendada. A Vendada foi anexa do Manigoto, contando 50 fogos, em 1876. É povoação antiga e já foi de grande importância, pois D. Afonso III outorgou-lhe foral em 4 de Outubro de 1276, dando-lhe o nome de Póvoa da Vendada. Este foral encontra-se registado no “Livro I de Doações de D. Afon-so III”, a folhas 140, na segunda coluna. Vendada é uma paróquia eclesiástica, tendo S. Brás por orago.
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Freguesia de Manigoto
Foi uma das povoações do termo de Pinhel que mais sofreu com o saque perpetrado pelos Coutinhos no século XV. Um dia lembraram-se aqueles degenerados fidalgos de dar um saque ao concelho de Pinhel; e reunida gente armada, aos gritos de Marialva! Marialva! roubaram, mataram, destruíram, violaram mulheres e encheram de inofensivos cidadãos as prisões de Pinhel, Penedono e Guarda, deixando a aldeia de Manigoto reduzida a um montão de ruínas.
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Freguesia de Pala
É o número dos seus habitantes, que determina o valor administrativo, económico, político e social, de qualquer agregado populacional, pelo que Pala, povoação e freguesia do concelho de Pinhel, é, nos nossos dias, uma das mais importantes daquele município, o que não podia prever-se, naquela data já tão afastada de 1943, em que, em trabalho subscrito e publicado era considerada uma pobre terra, habitada por pobre gente, em que apenas meia dúzia de famílias se podiam considerar, além da vivência comum, de todas as restantes. Mas isso já vinha do ordenamento geral da População do Reino, de 1727, quando os números então encontrados, lhe davam apenas 42 fogos, que no final do século XVI atingiam 94, com 222 pessoas de maior idade e 51 de idade menor, números constantes do relatório da Visita Pastoral do Bispo de Viseu, de cuja jurisdição fazia parte.
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Freguesia de Pereiro
Segundo alguns autores teria tido origem nesta freguesia a Ordem Militar de S. Julião do Pereiro, que mais tarde passou para a vila espanhola de Alcântara, mudando a sua designação para Ordem Militar de Alcântara. De grande antiguidade e remoto povoamento, Pereiro apresenta várias sepulturas antropomórficas como certidão da sua idade. Uma delas, situada no lugar de Vale de Carvalho, encontra-se classificada como “património de interesse nacional”.
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Freguesia de Pinhel
Cidade histórica e de soberbas tradições heróicas, bastião sempre leal na defesa da independência nacional, Pinhel constituiu outrora um dos mais seguros e arrogantes baluartes fronteiriços para a protecção do território pátrio. Foi sempre povoação muito honrada, tendo sido premiada por D. João I com o título de “Muito excelente vila de Pinhel Falcão Guarda-mor do Reino e senhorios de Portugal”.
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Freguesia de Pínzio
A hoje muito progressiva freguesia de Pínzio, constituiu a fronteira-nascente-sul do concelho de Pinhel, criado por foral de D. Sancho I, em 1209. Na parte final daquela Carta de Alforria que o rei concedeu a Pinhel, determinam-se os diversos pontos que constituíam o concelho por ele criado e, ao encerrar, e no ponto final, está a referência: “...Daqui para a Atalaya de Tramaz em direcção Àtalaya de Algumir. D’aí ao cimo de Castanheyra, à Fonte dos Castelos”.
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Freguesia de Pomares
A sede desta freguesia fez parte do concelho da Guarda até 12 de Julho de 1895, depois de ter anteriormente pertencido ao concelho de Jarmelo. Tem por anexa a povoação de Argomil, antiga freguesia independente que integrou o mesmo concelho de Jarmelo desde os alvores da monarquia portuguesa até meados do século passado. Dez anos após a extinção do concelho, foi Argomil anexa a Pomares.
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Freguesia de Póvoa de El-Rei
Está a mui antiga povoação de Póvoa de El-Rei situada a 1,5 km da margem direita da ribeira de Massueime, e a 12 km a poente da cidade de Pinhel, sobre a antiga estrada militar que ligava esta cidade a Trancoso. Faz parte do grupo de freguesias que ficam encravadas na região mais acidentada de todo o concelho, limitando-o com os vizinhos concelhos de Meda e de Trancoso.
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Freguesia de Safurdão
Pelo censo de 1900, tinha esta freguesia 89 fogos e 335 habitantes. O abade do Lamegal apresentava o cura que vencia uma reduzida côngrua de 6 mil réis e o pé de altar. Em 1875, ainda o curato do Safurdão se encontrava anexo ao La-megal, e em outras épocas, pertenceu a freguesia à comarca de Trancoso e ao bispado de Pinhel.
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Freguesia de Santa Eufémia
Freguesia situada a cerca de doze quilómetros a poente da sede do concelho, tem Santa Eufémia uma curiosa devoção a Nossa Senhora das Fontes, culto muito raro em Portugal. Em meados do século XVIII foi-lhe dedicada uma capela, erguida entre as massas graníticas que dão à região um ar agreste. No seu “Beira Alta”, Francisco Hipólito Raposo dá-nos a conhecer a história do santuário e conduz-nos numa visita à bonita freguesia de Santa Eufémia: “... passada esta povoação (Valbom) dirijamo-nos para Santa Eufémia.
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Freguesia de Sorval
Inicialmente denominada Tendilhão, a freguesia de Sorval apresenta um povoamento anterior à Nacionalidade. No monte de S. Pedro, que se precipita sobre o rio Massueime, ter-se-ão desenvolvido as primitivas populações castrejas. Quanto ao nome da freguesia, é também um topónimo pré-nacional. Deriva da palavra latina sorbu, que significa sorva (espécie vegetal).
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Freguesia de Souro Pires
Freguesia de arreigadas tradições históricas, Souro Pires tem o seu próprio nome como atestado de um riquíssimo passado. O topónimo representa um nome medieval completo, com nome próprio e patronímico. Soeiro Peres, como se escrevia por volta do século XIII, terá sido um senhor do território da actual freguesia, que pode ser identificado como um de dois importantes nobres locais: Soeiro Peres “de Escacha”, da estirpe dos “da Silva” (século XII) ou Soeiro Peres “de Távora”, de uma época posterior, sendo que ainda hoje existe na freguesia um solar torreado com aquele nome.
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Freguesia de Valbom
Esta freguesia deve o seu nome ao facto de as primeiras habitações terem sido construídas num vale bom e fértil. A primitiva povoação estende-se pela encosta de um monte até à ribeira, estando a parte mais recente na margem oposta. As duas margens estão unidas por uma elegante ponte de um só vão, em ambiente agradável e harmonioso.
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Freguesia de Vale de Madeira
Situada a sudoeste de Pinhel, entre o rio Côa e a ribeira das Cabras, na falda do monte que desce em direcção àquele, Vale de Madeira tem no caminho uma bonita perspectiva da cidade, e apresenta, além de uma ou outra casa de alpendrada tipicamente beirã, uma enigmática capelinha oval toda em granito com campanário e pedra de armas (Figueiras e Portugais), e completamente isolada da povoação em jeito de eremitério.
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Freguesia de Vascoveiro
A freguesia de Vascoveiro estende-se sobre uma superfície com uma área de 1781 hectares. Localizada a cerca de cinco quilómetros ao sul da sede do concelho, Vascoveiro assenta na falda de um monte onde predomina o granito. Lá no alto, entre duras fragas, a secular Ermida de Santa Bárbara domina a povoação e os campos em redor.
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